Sou uma pessoa atenta ao que se passa em Vila Nova de Gaia. À sua vida social, cultural e política. Sou, sobretudo, uma pessoa independente, com ideias próprias, que não as aliena, a não ser em função dos ditames da própria consciência.

Não pactuo com poderes instalados. Melhor, pessoas instaladas no poder, com mordomias de seres superiormente destinados a pensar pelos outros… a pensar  e a decidir a vida dos outros.

Nutro especial afecto por pessoas humildes, que não se cansam de colocar os seus conhecimentos e competências ao serviço da comunidade. Não em função do seu umbigo. Digo, do seu prestígio e pessoalismo…

Quem estiver comigo, seja bem-vindo.

José Manuel Couto

25 Responses to “Sobre”


  1. 1 Octávio Mota 18/02/2009 às 17:57

    Parabens.

    é com enorme prazer que lhe deixo esta pequena mensagem. em tempos deu-me o endereço para visitar mas so agora tive tempo. mais uma vez quero dar-lhe os meus parabens, algumas das suas rabulas aplicam-se ao quotidiano da nossa Vila de Grijó. fico contente por verificar que ainda existem pessoas que se preocupam e perdem algum do seu pouco tempo em prol da nossa “Vila” de Grijó.

    Felicidades.

    Cumprimentos

    Octávio Mota.

  2. 3 FRANCISCO MANUEL BORGES 12/05/2009 às 14:56

    Só hoje me foi possivel aceder, tinha prometido a mim mesmo que o não faria antes da Assembleia de Freguesia que se vai realizar no próximo dia 15 de Maio, mas não resisti e resolvi vir ver o que por aqui se passava. Fico satisfeito por ver Pessoas insatisfeitas, mas que apesar disso vão continuar a apostar na mesma equipa. Enterder-se-á se procurarmos a equipa que mais possibilidades terá de conquistar a vitória, mas não existirá nunca melhor e maior vitória que a de conseguirmos dizer o que são vicios do passado. Se não formos Nós a mudar os outros que pouco entendem destas coisas, não o farão tambem, podemos servir Grijó apenas cinco meses, mas se o fizermos BEM , já valeu a pena. Grijó necessita de Gente como Nós, Gente diferente e tâo igual a muitos, Gente desconte como tantos outros que nada dizem por não saber como e muitas vezes o que se lamenta por terem de dizer. Ainda existe medo em Grijó, ainda se ficam por pagar dividas apenas porque se não é deste Partido, ainda se excluem Pessoas porque pensam diferente. Grijó é uma pobre freguesia que eu como outros transformamos em Vila no papel e apenas nisso, porque continua a ser uma freguesia, governada por fregueses que se alimentam do vício do poder e que sem ele não saberão nunca que fazer. Ainda um dia há-de chegar quem isto irá mudar, vão os maus daqui para fora e só os bons irão ficar.

    Francisco Borges

    • 4 grijo 12/05/2009 às 20:03

      Caro amigo Francisco Borges,
      antes de mais, obrigado pela visita a este espaço. Gostaria de lhe dizer que sou mesmo livre e independente. Digo o que penso, de forma respeitosa, mas sempre livre.
      Quanto ao continuar a pactuar com a mesma equipa, está completamente enganado. Estou confiante de que a equipa que apoio desde a primeira hora irá mudar radicalmente a forma de governar a freguesia. Irá estar próxima das pessoas, dos seus problemas e fazer tudo o que estiver ao seu alcance ou para os resolver ou para reivindicar acerrimamente essa resolução.
      Porque entendo a política de uma forma honesta e baseada em princípios ético-morais universais, decidi há muito que quem lá está não serve. Primeiro sozinho, mas convicto e resistente. Depois com a progressiva companhia de muito boa gente. Uns estão cá. Outros tudo têm feito para estar, vão mendigando, mas não estão nem podem estar.
      Isto é mesmo para mudar, pondo ao serviço dos grijoenses a experiência acumulada ao longo destes oito anos de vida cívica e social mais activa.
      Espero é que o povo “voz de Deus” entenda no seu coração quem é a gente boa e a gente que não presta, que se tem servido dos lugares que ocupam, nas mais diversas esferas, para se servirem a si próprios e elevarem, simplesmente, o seu ego, o seu narcísico auto-conceito.
      Abraço
      José Manuel Couto

      • 5 FRANCISCO MANUEL BORGES 20/05/2009 às 10:27

        Muitas vezes temos a impressão que somos livres, entendemos que nada nem ninguém nos comanda, pensamos que o que fazemos é só o que queremos, nada nem ninguém nos impõe seja o que for. Impressões, expressas que o nosso ego traduz, mas que em boa verdade a tal liberdade que sentimos ter, existe, mas a outra a que colide com o outro, essa fica retraída e impedida de se expandir. Existem muitos conceitos de liberdade, mas o fundamental é o que se traduz no exercício de funções para as quais nos responsabilizaram e que temos que fazer cumprir, utilizando para tal tudo o que estiver ao nosso alcance. Vale a pena pensar nisto! Não podemos ser livres e conformistas, ser livres e calar a razão que temos, ser livres e esperar por melhores dias, não liberdade pressupõe responsabilidade e se a isso nos negarmos não somos livres, a liberdade implica confronto se a ele fugirmos não somos livres, a liberdade é não é de fácil convívio, ela exige muito de nós, e como tal por vezes temos a impressão expressa de ser mos livres e não o somos plenamente. Para bom entendedor meia palavra basta, não podemos esperar mudanças se fizermos sempre o mesmo, se estivermos sempre no mesmo local, na mesma direcção.

      • 6 grijo 13/06/2009 às 9:42

        Concordo em absoluto. Todos temos obrigação de exercer responsavelmente os nossos direitos/deveres cívicos. Sem ressabiamento. Sem ódio. Mas sempre apoiados na certeza da liberdade e do direito inalienável de manifestar a nossa indignação. Há por aí muita gente má e mal formada, sem respeito pelo Outro. Grave é quando assumem posições de comando. Manipulam tudo e todos. Tudo acaba, porém!

  3. 7 FRANCISCO MANUEL BORGES 15/06/2009 às 10:28

    Que quem é pecador sofra tormentos, enfim , mas os Grijoenses senhor porque Lhes dais tantos politicos incompetentes, desajeitados, melancólicos, desaprumados de honestidade, silenciosos e amedrontados. Porque será senhor Deus que Grijó é neste momento a Freguesia (Vila) mais atrasada do Concelho, porque será que temos uma Junta falida financeiramente e igualmente falida de ideias e projectos sérios. Meu Deus que fizemos nós Grijoenses para nos darem um Complexo Desportivo ( com 15 anos de atraso)sem um metro quadrado de cobertura, onde no Inverno apanharemos com a chuva pela cabeça abaixo e no Verão o sol na moleirinha ( mesmo assim dizem os submissos que o mais bonito do Concelho).Dizem algumas más linguas que só fará bem ao Povo , servirá para refrescar ideias no Inverno e aquecer o espirito no Verão. Porque será Senhor Jesus que mesmo aqueles que proclamam ter a força da verdade, a escondem sistematicamente, carregando com isso o peso do silêncio.
    Mereceremos Nós ter um Homem da História que quer continuar a contar historias aos Grijoenses, no prósito primeiro de ficar na historia como o politico com mais tempo no activo, trabalhamos para recordes pessoais e não para as Pessoas, merecemos nós uma comissão de festas e não um verdadeiro executivo, que fizemos de mal para termos uma Assembleia de Freguesia oca, sem ideias, sem conhecimentos e sem acção? O que me procupa é que estes, todos estes vão ser de novo candidatos, após terem demonstrado uma total inércia e gasto milhões de euros, muitos deles para nada, eles, todos eles deveriam isso sim , pedir desculpas ao Povo e irem tratar da sua vida, deixando para quem desinteressadamente possa vir a contribuir para que Grijó saia do marasmo em que se encontra. Voltarei, enquanto me permitirem a este assunto mais para diante, na certeza de que em Grijó pode ficar tudo como dantes, mas não será por desconhecimento do Povo, esse vai ter que saber o que se passa, o que se passou e o que se pode vir a passar.

    • 8 grijo 15/06/2009 às 14:44

      Amigo Borges,
      gosto muito da forma contundente como analisa as diferentes realidades. Este seu texto mais parece uma longa oração de um homem crente. Não nos políticos da sua terra, mas crente na possibilidade de mudança. Concordo em absoluto. Mas também temos que concordar que há muita gente alheada de uma intervenção cívica séria e empenhada em prol do desenvolvimento da nossa Vila. Na actividade política estão ou os actuais actores e actrizes ou outros, como o Borges, que, à distância de alguns anos vêem que poderiam ser, hoje, uma alternativa e, possivelmente, fazer o que não fizeram antes, quando tinham poder para fazer mais e melhor. É assim mesmo que se escreve a História e todos fazemos parte dela, quer queiramos quer não.
      Quanto ao papel da Assembleia de Freguesia, “Deus que é Deus não agradou a todos”. Pela minha parte, tenho feito o que posso para dignificar os trabalhos. Pena que as bancadas, sobretudo a que tem mais obrigações, enquanto “oposição”, não faça a aquilo que tem que fazer.
      Para esclarecimento de algumas pessoas, dentro de dias publicarei neste espaço as funções legais do Presidente da Assembleia de Freguesia, que aprecio e consulto frequentemente, a fim de orientar a minha acção.
      Abraço
      JMCouto

  4. 9 FRANCISCO MANUEL BORGES 18/06/2009 às 10:16

    Sou efectivamente uma Pessoa crente, mas não posso acreditar que venham a existir mudanças no futuro em Grijó. Como seria possivel isso acontecer se os artistas vão ser os mesmos, filmes vistos e gastos como o “PADRINHO” PSD, “TUDO BONS RAPAZES” PS e “TUDO O VENTO LEVOU” Rogério Tavares, enfim de onde poderia vir alguma novidade seria da CDU que ausente do palco, nada fez por Grijó, mas se o não fez foi porque não tinha obrigação para isso, uma vez que não pertenceu ao leque de iluminados que desperdiçou só nestes ultimos quatro anos mais de tres milhões de euros. Eu diria que estes protogonizaram o filme ” DESAPARECIDO EM COMBATE”.Em relação a mim que sou acusado de hibernar, sinto isso um elogio quando comparado com os muitos que nestes ultimos doze anos, apenas beberam água, muita, muita água, nesta atravessia no deserto. A Assembleia de Freguesia não tem que agradar a ninguém, tem que ser o orgão fiscalizador da activadade da Junta, e o garante do cumprimento da lei por parte desse orgão. Como pode ser aprovado um relatorio de contas, onde se observa de forma nítida a situação crítica em que se encontra a Junta, onde existem verbas cujo suporte contabilistico não deve existir, como se levantam os braços num gesto de conformismo e se não interroga o executivo por este despesismo desmedido, sem investimento e onde as despesas correntes ao contrfario do que dizem as contas ultrapassa os 70%. Assim não, são estes factos tristes que me levam a dizer que não serão nunca estas Pessoas a mudar Grijó, não possuem por muito que queiram a força da verdade, antes carregam o peso do silêncio. Fardo pesado que agora tentam descarregar sobre os ombros da personagem que criaram há doze anos, cujo propósito era vencer eleições e deixar os demais actuar, com o tempo este personagem detriorou-se e deixou de abedecer aos impulsos do comando accionado pelo Barão da História, o que originou um total desencontro que resultou em divórcio. Diz-se que Deus não dorme e eu acredito que sim, mas o problema é que os Grijoenses dormem e muito, e pior que isso dormem de olhos abertos.

    • 10 grijo 18/06/2009 às 13:14

      Caro Francisco Borges,
      como todos temos direito à sobrevivência e à livre opinião, não comentarei as suas palavras. Direi, contudo, que o que a nossa Vila precisa é mesmo de “bons rapazes” e boas raparigas, sem vícios, disponíveis para unir e construir, em proveito de todos. Não de um ou dois, como vem acontecendo há largos anos. A mudança também está nas suas “mãos”. Construir é mais difícil que criticar. Já teve oportunidade para o fazer. Volta a tê-la agora, com a mais-valia da experiência acumulada. Força. Também o tenho por “bom rapaz”.
      Abraço
      JMCouto

      • 11 FRANCISCO MANUEL BORGES 18/06/2009 às 16:33

        É engraçado como não resiste a responder aos meus comentarios.Eu quero frisar que eles não são dirigidos a ningum em especial, e muito menos a Si que não considero Bom rapaz, mas que entendo que deve ser o tutor da rapaziada orfã do historiador e que se encontram de um momento para o outro na arena da politica. De gente boa está o mundo cheio, o que nós precisamos é de Gente Diferente, que se empolgue com a luta e dela não fuja. Estive no executivo da Junta há mais de vinte anos, na altura era um Jovem casado há um ano e com um filho de colo, casei com dividas e com um emprego no Porto, para onde me deslocava diariamente em transportes públicos, fiz na Junta no pouco tempo que tinha, mais mas muito mais que aqueles que hoje se limitam a ir às reuniões às Assembleias e a estarem presentes em actos mais ou menos solenes. Quando estive na Junta o seu orçamento era um décimo do actual; quando estive na Junta tudo era da responsabilidade deste orgão até a recolha do lixo, que me lembro bem foi entregue ao Sr. Rogério a quem tive a honra de pagar a primeira prestação deste serviço e a quem defendi muitas vezes no executivo, por vezes até sem razões para o fazer. Não se pode comparar 1986 com 2009, nada é igual. Considero que fiz por Grijó muito e os meus colegas de executivo também, não me envergonho de nada e se hoje não estou na vida activa politica foi porque não quis pactuar com fretes, favores, compadrios etc etc, soube dizer não. Sabe com certeza como é dificil dizer não, muitas vezes é isso que temos em mente, mas o desejo de estar, ficar e permanecer vivo politicamente faz-nos engolir muitos sapos. Comigo isso não resulta, não digo como o outro que a mim ninguém me cala, não, mas posso dizer que só me calo se sentir que o que possa dizer é menos importante que o meu silêncio. Não existe indignação de minha parte, sei controlar os sentimentos, mas não pactuo com indiferenças que prejudicam a Vila e o seu povo, isso não, quando não nos revoltamos contra o erro, somos mais culpados que o errante, se ficamos a vigiar enquanto o outro assalta o pomar, somos tão larápios como este. Construir é tão facil como criticar, a diferença está em que para contruir temos necessáriamente que saber criticar.

      • 12 grijo 18/06/2009 às 23:35

        Caro amigo Francisco Borges,
        obrigado por mais um comentário, num estilo muito confessional.
        Abraço
        JMCouto

  5. 13 PROVEDOR?! NÃO. 25/06/2009 às 10:13

    Pois é. Tudo muito lindo, mas não concordo. Esta figura do Provedor, não sei porquê faz-me lembrar a outra, a de Regedor que existia antes do 25 de Abril, um senhor cá da terra que tratava de amedontrar as Pessoas e o Provedor a ser instituido seria mais um amigo do Presidente de Junta que enfim Lhe iria susurrando faz isto ou aquilo esteve aqui o tipo x ou Y vamos ver o que se pode fazer.
    Não acredito nesse cargo, porque é de nomeação e assim sendo está condenado à subordinação, o que não convém nunca. Devemos todos saber que uma Junta de Freguesia é constituida por cinco elementos que devem possuir pelouros e executar tarefas, o Presidencialismo, num orgão como uma Junta, não deve existir. Ora quanto a mim a figura de provedor está instituida no Presidente da Assembleia, que esse sim eleito pelo Povo, e depois sufragado pelos elementos da Assembleia, fica nas mãos com uma responsabilidade importante e deve ser ele o representante e garante dos direitos mais fundamentais dos cidadãos. Ele pode até criar condições de informação pública e criar estruturas de representação desde que essas não colidam com os poderes do executivo.
    Não posso discordar desta ideia da criação de mais uma figura de faz de conta, mas concordo que deve ter sido coincidência a vontade quer do PS, quer do PSD de a criar, é que todos querem muita transparência e muita relação com as populações, mas isso na teoria, porque na prática, quer uns quer outros fogem disso como o diabo da cruz. Eu sei bem do que falo.

    • 14 grijo 25/06/2009 às 15:35

      Digo o que penso relativamente ao provedor por nomeação no artigo.

      Quanto aos provedores dos cidadãos locais, por cada lugar da freguesia de Grijó, com quem reunirá a Junta, pensamos, trimestralmente, constituem, apenas, mais uma forma de aproximação às realidades e necessidades do dia-a-dia em cada localidade.
      Acredito nesta função, não cargo. Acredito que alguém que passa o seu dia-a-dia num local o conhece melhor e pode ajudar a melhorá-lo. Trata-se de uma forma de “delegar” competências, chamando todas as pessoas de bem a colaborar na construção da nossa histórica Vila.
      Quanto ao “regedor” que amedrontava as pessoas, isso foi antes do 25 de Abril. Os regedores que amedrontam as pessoas agora são outros: têm mais poderes e dinheiro para gastar e criar, deste modo, correligionários subservientes, não ao nível dos seus colaboradores como da imprensa, dos media, etc., etc., etc.
      Ao contrário do autor do comentário que justifica estas minhas palavras, não acredito em fantasmas. Talvez porque não vivi a realidade política de Gaia com a mesma intensidade no período imediatamente após o 25 de Abril de 1974. Tenho a cabeça mais arejada e assumo uma postura de crença na democracia. Luto por ela, mesmo contra a força e a arrogância de quem se acha dono da nossa terra. Há muito que denuncio, por vários meios, estas realidades. Apenas na defesa da democracia e da igualdade de direitos e obrigações. Não é pelo facto de estar no poder que alguém é mais do que outro alguém. Pelo contrário, exige-se daquele ou daquela um maior sentido de responsabilidade, humildade e sentido de serviço.
      José Manuel Couto

      • 15 PROVEDOR?! NÃO. 25/06/2009 às 18:31

        Defacto o objecto das muitas criticas, foi por Vós criado, sustentado e levado ao mais alto nivel.Assumam que se enganaram, ou foram bem enganados, mas com isso prejudicaram Grijó e os Grijoenses. Não entendo porque se não escreve tudo, deixando pontas no ar, porque não dizem os agora muito democratas o que fizeram nestes ultimos quatro anos, ou melhor nos ultimos doze.Repito o Presidente da Assembleia deve ser o elo de ligação às Pessoas, essa figura de provedor, não se encaixa será uma forma de colorir uma candidatura fragil e que demonstra o querer outras Pessoas, pois sozinhos não vão conseguir. Já agora Grijó tem 14,6 Kms quadrados, nem é um continente como parecem querer fazer crer.
        Aproveito para enviar um abraço e sugerir que trabalhem com força sem silencios, e acima de tudo com esclarecimentos que são bem necessários.Se Deus quiser e as Pessoas tambem,em Outubro lá nos encontraremos.

      • 16 grijo 25/06/2009 às 18:34

        Abraço e volte sempre que quiser. Aqui tem espaço para livre expressão.
        Não como em certos meios que lançam “notícias” sem direito a comentários.
        JMCouto

      • 17 PROVEDOR?! NÃO. 26/06/2009 às 9:24

        Os meios são o Jornal de Grijó, e o sit do PS Grijó, onde não existe uma interacção com as Pessoas. Existe censura.

      • 18 grijo 26/06/2009 às 14:09

        Sabe que neste espaço, que é pessoal e pelo qual me responsabilizo, não há censura. Há absoluta liberdade de expressão, sendo que cada um tem que assumir as suas afirmações.
        Abraço
        JMCouto

  6. 19 QUANDO AS PEGAS CACAREJAM 24/07/2009 às 10:19

    De facto, ditado antigo e sempre actual, e vem isto a propósito do que eu pessoalmente não entendia, talvez burrice ou apenas boa fé, mas que agora começo a compreender. O partido Socialista de Grijó fez as suas escolhas; compete-nos a todos, porque todos somos livres, o direito, e eu diria até o dever, de as comentar por forma a com isso contribuirmos para um melhor esclarecimento de todos.
    Não são os melhores, mas, de facto, são os possiveis, atendendo a que os outros, os melhores, aspiram a outros cargos.
    Todos gostamos muito da nossa terra, mas o poder com mais poder sempre fascinou o Homem, é por isso que eu o compreendo, mas não por isso o felicito, pois entendo que deixa a casa mal entregue.
    São opções, claro, e embora se costume dizer que na Politica vale tudo, eu diria que quase tudo.
    Vamos andando e vendo, nada cura como o tempo, e por vezes o tempo passa depressa e não nos deixa viver cada momento como gostariamos, se tudo mudar, que seja para melhor, e aqueles que possam vir a ter poder de intervir que o façam com a maior garra possivel na certeza de que mancinhos temos nós muitos. Cacarejam sim senhor, as pegas claro, mas andam por aì muitos melros a fazer ninho.

  7. 20 Oliveira 26/08/2009 às 14:58

    Só no passado dia 25-08-2009 tive conhecimento deste blogue, o primeiro sentimento que me ocorreu foi de orgulho, orgulho por ter conterrâneos tão predispostos a divulgar os seus pensamentos e a partilhar com o publico os seus conhecimentos, destacando a forma educada e respeitosa como fazem passar as suas mensagens.
    Como os demais, sou um Grijoense apaixonado pelas gentes, pelo desenvolvimento, pela harmonização social, pela divulgação cultural e dinâmica das nossas colectividades, sinto orgulho no nosso passado histórico e em tudo o que de bom nós possuímos, mas sinto um vazio originado pela governação feita com intenções eleitoralistas e desprovida de honestidade e seriedade politica e pessoal para com os eleitores, dai sobejando apenas a realização de interesses pessoais dos nossos governantes, em detrimento da abrangência necessária a todos.
    Nos últimos anos fomos envolvidos numa estratégia feroz de ofuscar cada personagem que pelo seu desempenho, tenha engrandecido a nossa Vila desde que esta personagem não fizesse parte daqueles que são agradáveis aos olhos do presente executivo. Isto é descriminação, opressão, xenofobia, falta de liberdade, o que será isto?
    Aproveito para comunicar o desaparecimento de entre nós de uma figura de caris forte e personalidade impar tanto no decorrer da sua vida profissional, como politica e pessoal, amada por muitos e difamada por outros tantos, vinda de uma família com forte influencia na vida de Grijó em meados do século passado. Traçou o seu próprio caminho distanciando-se das influências familiares, sendo reconhecida a nível concelhio, refiro-me á Srª Drª Rios, falecida a 24-08-2009. Fica aqui a minha singela homenagem à médica e à personalidade de Grijó. Assim saibamos nós ajudar os outros como a Drª Rios o Fez.

    Cumprimentos,

    Oliveira

    • 21 grijo 26/08/2009 às 16:16

      Ignoto Oliveira,
      agradeço as suas palavras. Espero que, à semelhança de outros espaços de saudável discussão e partilha de ideias, como este, quem vier a assumir os destinos da nossa secular Vila de Grijó, saiba inaugurar, de facto, um novo ciclo, nomeadamente ao nível das novas tecnologias. A Junta de Freguesia precisa urgentemente de um site onde ponha a claro actas, decisões, medidas, projectos e iniciativas. Não podemos continuar a pactuar com o marasmo e a falta de transparência. Está em jogo a vida da nossa freguesia e a confiança depositada nos seus governantes.
      Não sei a quem atribuir o nome “Oliveira”. Não costumo dialogar com pessoas sem rosto, mas faço-o agora, não para ser compreendido, mas, apenas, para, uma vez mais, dizer o que penso.
      Só quem viveu de perto com certas pessoas sabe como se gera o atraso de uma comunidade. Não tomar certas medidas é omissão. E a omissão é, neste caso, comprometer o desenvolvimento de uma freguesia como Grijó. Não há que ter medo de nada nem de ninguém. Quem diz o que pensa e faz o que sabe, de preferência assessorado por gente séria e competente, em diferentes áreas, não tem que ter medo. Tem é que arriscar e assumir responsabilidades. Esse é o novo projecto em que me encontro envolvido, sem outro interesse que não seja o compromisso com um direito e um dever cívico de participar na reflexão e na construção da minha terra.
      Quanto à Dr.ª Maria de Lurdes Rios, é apenas mais uma das ilustres cidadãs que Grijó viu nascer que, pouco a pouco, foi remetida ao silêncio. Por muitas razões, certamente, nomeadamente pessoas e profissionais. Ainda bem que a Assembleia de Freguesia lhe prestou sentida homenagem há cerca de dois anos. É em vida que devemos reconhecer publicamente o mérito dos nossos, de quem nos fez bem e lutou por dar mais qualidade de vida, em vários domínios, aos nossos conterrâneos.
      Estou certo de que Grijó tem muitas pessoas de bem, válidas para um trabalho sério em prol do desenvolvimento da Vila. Estou certo, igualmente, de que se alguns e algumas mais não fazem é, ou por falta de iniciativa e oportunidade, ou porque cresceu nelas o desencanto e o descrédito face à forma como certas pessoas se apropriam de todo um povo, como se fossem novos predestinados imperadores.
      Acredito na mudança de rumo e na força da verdade.

      José Manuel Couto

      • 22 mudargrijo 29/08/2009 às 11:37

        O rumo é o mesmo, fotocópia a cores do actual, a verdade não existe, muito menos força para a colocar em publico. Não acredito que acredite em frases lindas e enganadoras, não vejo que os Grijoenses inteligentes possam pactuar com ilusionismo politico. Quanto a mim é preciso mudar, mas mudar de Gente, de Politicas e de objectivos.

  8. 23 JP 17/04/2010 às 17:46

    quem lé o bçog deste senhor até parece que nem estevena junta anterior, coitadinho vem para aqui com coisas do tempo dele dos 15 anos de atraso 12 são dele, e esta em.

    • 24 grijo 17/04/2010 às 21:20

      Sem nome, sem rosto e assexuado(a),
      quando quiser falar sobre o assunto fa-lo-ei pessoalmente. Sempre disse o que penso, sem amarras nem partidarites. E não fico pelos breves comentários anónimos como o seu. Só quem não percebe nada do que é dar 8 anos da sua vida pelo serviço público, graciosamente, graciosamente, sublinho, sacrificando o seu tempo (muito) e o da família, é que se atreve a dizer o que o(a) assexuado(a) anónimo(a) e sem rosto diz.
      O outro é que tem razão: anda por aí todo o dia, a dar “água sem caneco”, pago a peso de ouro. E o povo, com ou sem rosto, como o(a) “JP”, gosta, bajula e premeia. Os cães ladram e caravana passa!
      Se precisar do meu contacto pessoal, identifique-se, nem que seja por e-mail e dou-lho, para podermos conversar olhos nos olhos. Será capaz disso? Quem se esconde atrás de pseudo-identificação não vale nada. Nem sequer merece estas palavras. Mas sou educado e não gosto de deixar ninguém sem resposta.

      Se preferir continuar a criticar as minhas ideias, esteja à vontade. Nunca as censurarei, desde que não seja grosseiro e ofensivo. Quem nada teme, não foge de ninguém. Nem sequer de assexuadas sombras.
      Assinado: José Manuel Couto

    • 25 grijo 17/04/2010 às 21:26

      Já agora, aconselho a leitura de: https://grijo.wordpress.com/?s=encapuzados
      JMC


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