Grijó – Corrida à Junta de Freguesia

O Jornal de Grijó (jornaldegrijo.com) acaba de publicar uma carta do Presidente da Comissão Política do PSD, Núcleo de Grijó, Manuel Gomes, informando que “A Comissão Política do Partido Social Democrata do Núcleo de Grijó indicou à Comissão Política Concelhia do PSD o nome de MANUEL GOMES como candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Grijó nas próximas Eleições Autárquicas de 2009, aguardando agora a respectiva ratificação por parte daquele órgão superior”.

Nada que já não se esperasse. Veremos se este é o nome escolhido pela CPC do PSD Gaia. Será??? À contra-informação que grassa na freguesia, aguardemos, pois, pela posição da CPC do PSD. Ratificará o nome avançado? Não ratificará?

Onde vai ficar o prometido apoio dos responsáveis da Câmara de Gaia ao actual presidente da Junta, depois de longo período de assédio político, que o levou a entrar em devaneio total? No fundo é o que acontece quando traimos quem nos dá o pão. O beijo de Judas a Cristo não lhe valeu umas lecas? E de que lhe serviu isso? Acabou aí a sua história.

GrijóO Candidato do PS, FRANCISCO BAPTISTA, proposto pelo PS Grijó,  foi anunciado em 18 de Dezembro último.

O nome do Francisco foi  imediatamente ratificado, porque no PS Gaia confia-se na vontade dos militantes locais e decide-se  com base no superior interesse das pessoas de Grijó. Não são forasteiros, que desconhecem os princípios identitários da nossa terra, que decidem o que é melhor, ou não, para a freguesia. Agora é assim, que a casa está arrumada.

Todos conhecemos o trabalho sério e empenhado que tem desenvolvido neste período de pre-campanha, a dar mostras de profissionalismo, competência e sentido de trabalho em equipa.

O do PCP será JOSÉ FERREIRA, um homem sério e trabalhador. Um lutador. Aliás, como os principais dirigentes da CDU em Grijó e no Concelho, a avaliar pelas sérias, responsáveis e bem fundamentadas intervenções na Assembleia Municipal.

Mais uma vez, atendendo aos candidatos que se perfilam para a Junta de Freguesia, nada será como dantes. Vamos ter umas eleições concorridas, com personalidades de prestígio e experiência reconhecidos.

Pede-se uma campanha séria, sem nunca se perder o verdadeiro rumo: as pessoas, a melhoria da sua qualidade de vida e do seu bem-estar. Uma política norteada pela verdade, pelo rigor e exequibilidade de propostas, na defesa do bem comum. Chega de mentiras e “tracalices”. Chega de falta de profissionalismo e de oportunismo pessoalista.

A histórica Vila de Grijó precisa, há muito, de um Presidente sério, trabalhador, bem preparado, que aborde as diferentes matérias da sua competência com empenho e dedicação. Não um presidente agastado desnorteado, cansado, desorientado, que vive um dia de cada vez sem um projecto de desenvolvimento sério, bem pensado para a freguesia.

Em Guimarães, no passado dia 24 de Junho, o Presidente da República dizia; “Quem pensa e actua como se estivesse sozinho, ficará só”. É isto que está a acontecer em Grijó.

Caros amigos candidatos, aprendam a lição. Seremos todos maiores quando formos capazes de criar laços de solidariedade e, eivados do verdadeiro espírito de equipa, em que cada um assuma competências e responsabilidades, unirmos esforços em prol de todos, sem excepção.

Em Outubro de 2009, espera-se que todos/as os/as Grijoenses façam a melhor opção, aquela que a consciência de cada um/a determinar, não uma escolha decorrente da pressão angustiada e vitimizada do actual líder do executivo. Em doze anos não fez mais porque não quis ou não soube.

Grijó está na senda da mudança, venha quem vier. Nada será como dantes. Por mim, desejo que ninguém fique de fora. Que, no exercício de uma plena cidadania, todos participem activamente na construção de uma freguesia unida, trabalhadora, onde dê gosto viver.  Está quase tudo por fazer!

O voto é secreto. Façamos todos o que temos a fazer!!!

José Manuel Couto  

2 Responses to “Grijó – Corrida à Junta de Freguesia”


  1. 1 ASSIM. SIM! 26/06/2009 às 16:19

    Amigo Jose Couto, gostei do que li. Parabéns pela audâcia, parece-me que começa a desabruchar algo de novo. Acredite que é pena que a sua acção esteja aquem do que poderia e deveria ser. A sua personalidade não pode ficar remetida a um lugar na lista do PS, deve ser elevada a uma posição de maior responsabilidade.
    Independentemente de muitas vezes pensarmos diferente, entendo que temos os mesmos objectivos e até na colocação do nosso nome nas listas isso acontece. Continue a falar assim, penso que este seu inicio de expressão mais aberta se deve em parte ao meu espicaçar ” no bom sentido”. Alguem há muitos anos atrás, dizia, morra Homem fique fama, e morreu mesmo, mas não largou a bandeira e na porta que impedia que se fechasse padeceu entalado. É isto mesmo que os que pensam diferente devem fazer, independentemente do que se consiga, a nossa obrigação maior é lutar pelo que queremos e já agora vale a pena pensar nisto “QUEM NÃO LUTA PELO QUE QUER, NÃO MERECE O QUE DESEJA”
    Cumprimentos

    Borges

    • 2 grijo 26/06/2009 às 16:39

      Prezado Francisco Borges,
      Deixe-me dizer-lhe que se me conhecesse melhor saberia do que falo e a verdade mais profunda das minhas palavras.
      Posso assegurar-lhe que, em Gaia, consequentemente também em Grijó, há gente amordaçada. Há relações de interdependência por todo o lado.

      Recordo, além de muitos factos que conheço, que este site já foi visitado até ao momento por 3.299 leitores.

      Hoje, por exemplo, as estatísticas já apontam 30 visitas. Poucos, muito poucos se atrevem a comentar o que quer que seja. Mas este espaço continua e continuará a ser palco daquilo que emerge da minha consciência. No dia em que tal deixar de acontecer, estarei mesmo muito mal.

      Sabe que nem toda a gente pode dizer o que pensa. Melhor, nem toda a gente pensa. Melhor, ainda, nem toda a gente pode ter a liberdade de pensar. Ou não tem ideias ou hipotecou-as.
      Se ler os meus artigos semanalmente no Jornal Audiência, sabe que penso e digo quase tudo o que penso, sem ferir, mas com determinação e suficiente contundência.

      Sabe porquê? Porque entendo que ninguém é mais que ninguém. Das poucas coisas que podem, de facto, diferenciar-nos são as nossas ideias, resultantes das nossas idiossincrasias, experiências e vivências. São elas que nos vão construindo. Com elas vamos fazendo/construindo o mundo e nele deixando a marca da nossa passagem, num jogo ininterrupto de intersubjectividades.

      Abraço
      JMCouto


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