Apesar de recentemente repavimentada, a Rua da Guarda, em Grijó, continua a oferecer os maiores perigos aos transeuntes, como atestam as imagens.
O enorme buraco que se pode ver nas imagens, tem já, pelo menos, três semanas. Não me canso de interrogar: onde andam os funcionários da Câmara de Gaia? E os da Junta de Freguesia local? Quem se responsabiliza pelos danos causados?
Nos brevíssimos minutos em que fotografava a armadilha, vários foram os automobilistas que nela caíram, sobressaltados. E não dá para fugir, em cima de uma apertada curva.
As principais vias da Vila de Grijó parecem “terra de ninguém”!
José Manuel Couto
É com alguma tristeza que anunciamos a todos os que, podem alcançar esta informação por este meio e que frequentam as principais vias de circulação da nossa Vila, nomeadamente aqueles que o fazem menos vezes, mas que por esta altura visitam Grijó, alguns motivados pela dignidade e grandiosidade das cerimónias da Semana Santa, outros de visita a familiares ou amigos assim como os emigrantes. Tenham muita, mas mesmo muita atenção, aos buracos e outros percalços que se vos vão apresentar nas referidas vias, salientamos uma atenção muito especial para a Rua da Boavista e Rua da Guarda.
A todos boa viagem e uma feliz Páscoa e já sabem, mais vale esperar um minuto na vida do que a perder num minuto.
Oliveira
Concordo. Infelizmente, há muito que as principais ruas de Grijó caíram no esquecimento. Mesmo as que estão em obras, nelas ficam em permanência, com buracos-alçapões, tampas fura-pneus, passeios chega-te p´ra lá se não cais, sinalização à três pancadas, que só se vê de dia, e mal, etc. etc. Tantos profissionais da política, a tempo inteiro, a deambular por este concelho/freguesia… e o comum cidadão é que tem que ir alertando as “competentes” autoridades para este labiríntico estado de coisas.
Isto para não falar das vias secundárias, que todos procuramos evitar a todo o custo, não apenas devidos aos buracos somo às lombas no eixo da via, que destroem qualquer carro.
Alguém se preocupa com isso? Não! O que muitos querem é umas pingas, umas sandocas, uns atestados de pobreza, uma casinha caída de pára-quedas, uns subsidiozinhos, umas festanças e uns abraços daquela aparente amizade que acaba por consolidar laços eleitoralistas.
Por mim, a título meramente pessoal, não calarei esta miséria em que caíu a nossa secular vila “Com História”, cada vez mais com estórias para contar.
José Manuel Couto